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RESTAURO PINTURA

Restauro de tela de altar de grandes dimensões

 

 

 

Saiba mais sobre Conservação e Restauro de Pintura 

Caraterísticas da madeira

Caraterísticas da madeira

Do curso Online: Técnicas de Douramento sobre Madeira

O nosso património é rico em obras de madeira dourada e policromada, sobretudo se pensarmos na Arte Sacra e na imaginária religiosa. Para a preservação destas obras é necessário conhecer os seus processos de degradação e como evitá-los e as metodologias mais adequadas quando é necessário intervir.


O primeiro passo será conhecer os seus constituintes: suporte, camadas de preparação, decoração e acabamento.

A madeira como suporte


A madeira tem sido desde sempre utilizada nas mais diversas funções devido à sua resistência, durabilidade e maleabilidade.
Na construção e estrutura de edifícios, em ferramentas e utensílios de trabalho ou como suporte de obras de arte, encontramos os mais diversos tipos de madeiras com formas de preparação e acabamento também diversificados.

• É um material orgânico e resistente, constituído por fibras e celulose.

• É higroscópica, porque absorve facilmente água,

• É ortotrópica, porque se adapta às diferentes orientações, e tem diferentes cores

 

 

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Conservação de Escultura

Do curso Online: Conservação e Restauro de Escultura

O nosso património é rico em obras de madeira dourada e policromada, sobretudo se pensarmos na Arte Sacra e na imaginária religiosa. Para a preservação destas obras é necessário conhecer os seus processos de degradação e como evitá-los e as metodologias mais adequadas quando é necessário intervir.


O primeiro passo será conhecer os seus constituintes: suporte, camadas de preparação, decoração e acabamento.

 

 

 

O gosto pela escultura policromada já vem da antiguidade, como se pode verificar quando olhamos para a imaginária egípcia ou para as esculturas gregas em mármore onde ainda podemos observar vestígios de policromia original.
 
A policromia aplicada à estatuária diferencia-se da pintura propriamente dita já que não pretende executar representações temáticas mas sim realizar o revestimento de volumes tridimensionais com o objetivo de os enriquecer, decorar e imitar o natural.

A decoração e policromia não era obviamente aplicada diretamente sobre a superfície de madeira esculpida. Um dos aspetos fundamentais a analisar quando se realiza qualquer intervenção conservativa sobre uma peça de escultura de madeira policromada é o tipo de preparação prévia à aplicação de policromia ou decoração.
 
Os processos de aplicação de policromia podem ser resumidos a três fases fundamentais:

encolagem consiste na aplicação de uma ou mais camadas de têmpera de cola animal sobre a superfície. Deste modo a madeira fica preparada para receber os processos decorativos sucessivos reduzindo a absorção que lhe é inerente.

emparelhamento consiste na aplicação de várias camadas de preparação branca (mistura de cola animal e gesso cré ou caulino) sobre a superfície encolada. Deste modo a superfície fica regularizada e preparada para receber os efeitos decorativos pretendidos através da execução de várias técnicas.

decoração pode ir desde a simples aplicação de policromia a tempera de ovo ou de óleo até à aplicação de folhas de ouro e métodos decorativos elaborados.

 

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Conheça em detalhe a constituição de uma obra e as técnicas e processos de intervenção de conservação e restauro em escultura de madeira dourada e policromada bem como as boas práticas para a sua preservação.

Curso Online - Conservação de Escultura (madeira dourada e policromada)

História da Arte | Análise de arte

 

História da Arte | Análise de Arte

 

 

 

 

A leitura ou interpretação de qualquer obra de arte torna-se um passo tão importante quanto a própria produção artística, porque só assim iremos compreender e apreender a mensagem do artista.

Como nos diz Heidegger (A Origem da Obra de Arte):

«A obra dá publicamente a conhecer outra coisa, revela-nos outra coisa; ela é alegoria. À coisa fabricada reúne-se ainda, na obra de arte, algo de outro. (...) A obra é símbolo.»

Desta forma, e seguindo o raciocínio de Heidegger, torna-se necessário, ao fazer a leitura de uma obra de arte, desdobrar o pensamento do artista no momento da feitura da sua obra. Esta leitura vai retirar o carácter de «coisa» (das Dinghaft, segundo Heidegger) para transformá-la em algo mais. A obra é madeira, é pedra, é tela, sim; mas, não apenas. Ela tem esse elemento «coisal», mas é ainda algo mais, porque há um significado intrinsecamente ligado à «coisa»; um significado que foi atribuído pelo próprio artista quando trabalhou a madeira, esculpiu a pedra ou pintou a tela.

Assim, devemos buscar a verdadeira essência reinante na sua produção, analisando cada pormenor de produção, atentamente, e «perguntarmos à obra o que é e como é» (Heidegger).

 

ANÁLISE DE OBRAS DE ARTE

 

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O que é a Conservação Preventiva?

Conservação Preventiva

 

Conservação preventiva, conservação curativa e restauro

De acordo com a definição do ICOM – International Council of Museums entende-se por conservação "todas as medidas e ações levadas a cabo para a salvaguarda do património cultural tangível assegurando o seu acesso às gerações presentes e futuras". A Conservação engloba:

Conservação Preventiva
 não se atua diretamente sobre o objeto, eliminam-se os potenciais fatores de degradação, ou seja intervém-se no meio ambiente em que o objeto se encontra.
Exemplos: medidas e ações necessárias para o registo, armazenamento, manipulação, embalagem e transporte, controlo das condições ambientais, planificação de emergência, formação dos profissionais, sensibilização do público.

Conservação Curativa
atua diretamente sobre o objeto interrompendo ou atrasando a sua degradação;
Exemplos: desinfestação de têxteis e de madeiras, desacidificação do papel, consolidação de pinturas murais.
 
Restauro
ações sobre o objeto que têm por objetivo restabelecer o valor estético devolvendo ao bem a sua leitura e compreensão. Estas ações só se realizam quando o bem perdeu uma parte do seu significado ou função através de uma alteração ou deterioração.
Exemplos: reintegração cromática de pinturas,  assemblagem de uma escultura com lacunas, reintegração de lacunas.

 

Conheça o nosso curso de Conservação Preventiva       Subscreva a newsletter 

Dia Mundial do Livro

Dia Mundial do Livro

dia mundial do livro

 

O livro encerra histórias, memórias, recordações. É símbolo do conhecimento e da sabedoria. 
Tem sido, ao longo dos tempos, uma arma poderosa para novas ideias e novas filosofias.
Pode ser um grande amigo!


Já se perguntou como é constituído um livro? Quais são as várias partes que o compõem?

Neste Dia Mundial do Livro revelamos a composição de um livro na sua forma "tradicional".

E desejamos BOAS LEITURAS!

 

livro

 

Saiba como preservar os seus livros nos cursos:

 

Preservação de livros e documentos


Acondicionamento de livros e documentos

 

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Livros e documentos - Técnicas de preservação

Que técnicas e recursos permitem conservar e prolongar a vida dos livros e documentos?
Perante determinados danos e situações de risco, existem diversas intervenções de conservação que se podem pôr em prática de modo a contribuir para a preservação, a longo prazo, de livros e documentos. Em que consistem?

HIGIENIZAÇÃO
Frequentemente a higienização é desvalorizada por ser um tipo de tratamento cujos resultados não são facilmente visíveis. Contudo, o pó e a “sujidade” são importantes agentes de degradação: conjugados com condições ambientais propícias, podem provocar reações de destruição em todo o tipo de suportes e servem como meio de cultura e fonte de alimento para diversos organismos. Por esse motivo, a sua remoção é fundamental para a preservação de qualquer livro ou documento.
É recomendado que se faça, com a regularidade possível, um trabalho de higienização de todos os volumes que se pretende preservar.  Este tipo de intervenção ajuda a remover partículas nocivas da superfície, tal como poeiras, fungos e dejetos de insetos, que de outra forma podem ficar entranhadas nos materiais.


PLANIFICAÇÃO
Papel com dobras ou zonas amassadas pode ser planificado (alisado), ainda que se possam ficar a notar deformações.Podem utilizar-se dois métodos: método seco ou método húmido

REPARAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO
A reparação de cortes e rasgões, a consolidação de zonas fragilizadas do papel e a reinserção de folhas e encadernações soltas são algumas intervenções que ajudam a prevenir o agravamento de danos e a perda de (mais) material ou informação.
Poderão ser usados diferentes materiais e técnicas, de acordo com o estado de conservação do livro ou documento, o seu valor e o tipo e extensão de dano presente. Por exemploa aplicação de fita adesiva de pressão (para volumes com pouco valor, de uso corrente), e de papel japonês e metilcelulose (para volumes com maior valor ou mais frágeis).

Curiosidades sobre a história da fotografia

Do curso Online:

HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA

A história da fotografia começa pelos anos de 1820, quando o físico francês Joseph Nicéphore Niépce cria as primeiras provas positivas, utilizando betume da Judeia sobre uma placa de metal. Niépce prepara a solução como uma espécie de envernizamento e o composto torna-se branco e insolúvel assim que exposto à luz. Assim, depois de expor a placa de metal, havia apenas que dissolver as partes que não haviam sido expostas, ou cuja exposição foi mínima, formando-se um jogo de contrastes. É a primeira vez que uma imagem estável é obtida.
Podemos considerar que a história de fotografia evoluiu de acordo com as seguintes fases

 
 


1839-1855: o Daguerreótipo e o Calótipo
Estas duas técnicas constituíram os primeiros grandes avanços dos processos fotográficos
1855-1880: o Colódio Húmido e a Albumina (e a utilização de ambas técnicas conjugadas)
As exigências do processo fotográfico determinam que o material de suporte mais adequado para o negativo deverá ser estável, transparente, ter uma superfície plana e polida e, simultaneamente, ser económico. Assim, era necessário a utilização de um meio ligante. 
·          

1880-1910: A Produção Industrial: a utilização da Gelatina e as Provas de Papel Directo
A entrada na década de 1880 mostrava a popularidade da Fotografia, que se convertera numa indústria de dimensões consideráveis. È neste período que se dão os grandes avanços da produção industrial
1910-1970: os Negativos de Película, as Provas em Papel de Revelação e outras técnicas alternativas de Fotografia
Após os avanços tecnológicos das décadas anteriores, era necessário criar um meio de suporte mais fácil e acessível ao transporte. Simplificaram-se os processos e agora simplificava-se o suporte.

 

1970 aos nossos dias: o Autochrome, a Prova Cromogénea, Provas não Cromogéneas e a Fotografia Digital
o objectivo final assumido agora pelos fotógrafos era a fotografia a cores. O Autochrome chega ao mercado em 1907 (no ano anterior, havia sido colocada no mercado a primeira emulsão pancromática), pela companhia francesa Lumière (até 1930) e foi considerado o primeiro processo fotográfico a cores, usado por profissionais e amadores. 
 
A fotografia digital
Resumidamente, podemos dizer que tudo começa com a criação do CCD, na Bell Labs, por dois inventores, George Smith e Willard Boyle. Estavam a procurar criar um novo tipo de memória semicondutora para computadores, quando, em cerca de uma hora de trabalho, em Outubro de 1969, elaboraram o esboço base da estrutura do CCD, definindo os seus princípios operativos e as suas aplicações (em que se incluía a reprodução de imagem e memória). 

Conhecer detalhes do curso

Curiosidades sobre a história da fotografia

Do curso Online:

HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA

A história da fotografia começa pelos anos de 1820, quando o físico francês Joseph Nicéphore Niépce cria as primeiras provas positivas, utilizando betume da Judeia sobre uma placa de metal. Niépce prepara a solução como uma espécie de envernizamento e o composto torna-se branco e insolúvel assim que exposto à luz. Assim, depois de expor a placa de metal, havia apenas que dissolver as partes que não haviam sido expostas, ou cuja exposição foi mínima, formando-se um jogo de contrastes. É a primeira vez que uma imagem estável é obtida.
Podemos considerar que a história de fotografia evoluiu de acordo com as seguintes fases

 
 


1839-1855: o Daguerreótipo e o Calótipo
Estas duas técnicas constituíram os primeiros grandes avanços dos processos fotográficos
1855-1880: o Colódio Húmido e a Albumina (e a utilização de ambas técnicas conjugadas)
As exigências do processo fotográfico determinam que o material de suporte mais adequado para o negativo deverá ser estável, transparente, ter uma superfície plana e polida e, simultaneamente, ser económico. Assim, era necessário a utilização de um meio ligante. 
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1880-1910: A Produção Industrial: a utilização da Gelatina e as Provas de Papel Directo
A entrada na década de 1880 mostrava a popularidade da Fotografia, que se convertera numa indústria de dimensões consideráveis. È neste período que se dão os grandes avanços da produção industrial
1910-1970: os Negativos de Película, as Provas em Papel de Revelação e outras técnicas alternativas de Fotografia
Após os avanços tecnológicos das décadas anteriores, era necessário criar um meio de suporte mais fácil e acessível ao transporte. Simplificaram-se os processos e agora simplificava-se o suporte.

 

1970 aos nossos dias: o Autochrome, a Prova Cromogénea, Provas não Cromogéneas e a Fotografia Digital
o objectivo final assumido agora pelos fotógrafos era a fotografia a cores. O Autochrome chega ao mercado em 1907 (no ano anterior, havia sido colocada no mercado a primeira emulsão pancromática), pela companhia francesa Lumière (até 1930) e foi considerado o primeiro processo fotográfico a cores, usado por profissionais e amadores. 
 
A fotografia digital
Resumidamente, podemos dizer que tudo começa com a criação do CCD, na Bell Labs, por dois inventores, George Smith e Willard Boyle. Estavam a procurar criar um novo tipo de memória semicondutora para computadores, quando, em cerca de uma hora de trabalho, em Outubro de 1969, elaboraram o esboço base da estrutura do CCD, definindo os seus princípios operativos e as suas aplicações (em que se incluía a reprodução de imagem e memória). 

As Musas - Mitologia Greco Romana

Do Curso Online:

MITOLOGIA GRECO ROMANA

 

Quem eram as Musas?

  • Ninfas, nascidas da relação de Zeus e Mnemósine
  • Acompanhavam frequentemente Apolo, deus das Artes
  • Habitavam o monte Helicón, mas estavam frequentemente no Olimpo a entreter os deuses

 

Calíope : a Poesia Épica

Também associada à ciência em geral e à eloquência
Representada coroada de louros, com grinaldas, a cabeça apoiada numa das mãos, como se meditasse
 
 

Clio : a História

Deusa da Memória, musa da História e Criatividade
Representada coroada de louros, com uma trombeta na mão esquerda e na direita o livro Thucydide

Erato: a Poesia Lírica ou Erótica

Fazia quem por ela fosse orientado serem desejados e dignos de ser amados
Representada com lira, os hinos e, por vezes, uma coroa de rosas
 
 

Euterpe: a Música

O seu nome significa a Doadora de Prazer
Ligada à música, é representada com a flauta

Melpómene: a Tragédia

Apesar do seu canto alegre, canta a tragédia
Representa-se com uma máscara trágica, botas de couro e faca ou bastão na mão
A sua coroa é de cipreste
 
 
Polímnia: a Poesia Sacra (hinos)
Musa da poesia sagrada, também considerada musa da geometria, meditação e agricultura
Com instrumentos agrícolas

Tália: a Comédia

Era a Festiva
Representada com uma máscara cómica, podendo usar ainda uma coroa de hera
 
 

Terpsícore: a Dança

O seu nome significa literalmente a que se deleita na dança
Representada sentada com uma lira
Era tida como mãe das sereias

Urânia: a Astronomia e Astrologia

Era também considerada a musa da Matemática e de todas as ciências exactas
A representação clássica é vestida de azul, com um globo terreste e um compasso em mãos
 
Papel sem parede

PAPEL SEM PAREDE.

Projeto de salvaguarda do papel de parede histórico, iniciativa das nossas colegas, autoras dos cursos de Preservação e Acondicionamento de livros e Documentos. Parabéns Diana e Geraldine!

Conheça o projeto

Entre Mito e Religião

DO CURSO: MITOLOGIA GRECO-ROMANA

Mitologia greco-romana
A mitologia greco-romana é um dos pilares culturais mais notavelmente importantes, tanto nas letras, como nas artes figurativas. A par com as Sagradas Escrituras, os textos dos poetas clássicos, como Homero ou Píndaro, assim como a recolha da tradição oral feita pelo romano Pausânias, mostraram-se determinantes na formação da cultura ocidental.
Ainda que a produção artística de inspiração clássica tenha sido suprimida durante o período inicial do Cristianismo, a partir do Renascimento retoma o papel de principal influenciador das artes e literatura. Por outro lado, os mitos, funcionando como arquétipos, acabarão por estar sempre presentes no nosso quotidiano.


Entre Mito e Religião
 Enquanto que a religião pressupõe o seguimento de determinados preceitos, rituais e práticas com o propósito de estabelecer um vínculo de espiritualidade, a mitologia e, mais especificamente, os mitos propõem-nos todo um conjunto de personagens e eventos geralmente ficcionados, que eram tanto inventados por poetas como pelos anciãos de determinadas tribos, com o fim de criar (e/ou reforçar) crenças e, de certa maneira, explicar os mistérios da vida
 Os cultos greco-romanos compreendiam  uma religião politeísta (isto é, baseada em várias divindades), baseados nas narrativas épicas dos poetas gregos e latinos. Deste modo, aquilo a que aqui estamos a chamar de mitologia, pode, na realidade, dizer-se que se tratava da  religião greco-romana. E os textos ditos sagrados para eles, tornam-se os mais importantes textos da literatura greco-romana.

 

As crianças eram educadas de acordo com a mitologia, aprendendo que cada profissão poderia ter o seu deus protector, que haveria uma genealogia que ligava famílias aristocráticas a linhagens divinas, que cada fenómeno natural tinha origem numa criatura ou deus específico. 

Os heróis 
Cada geração criava novos mitos, servindo, assim, estas histórias como uma forma de propaganda. A par com o culto dos deuses, havia, ainda, o culto aos heróis, estes eram intermediários entre os homens e os deuses, embora não tivessem túmulos grandiosos, nem templos onde prestar culto. Alguns dos heróis mais venerados na mitologia grega eram Teseu, Héracles, Prometeu e Asclépio, entre outros. 

 

O QUE É O FACING?

O que é o facing?
Trata-se de um processo de tratamento que visa a proteção das superfícies dos bens durante o processo de transporte, desmontagem ou tratamento.
Serve como forma de evitar/minimizar eventuais danos que se possam vir a sentir na superfície. 

Em pintura sobre tela

Realiza-se com o objetivo de proteger a pintura durante as sucessivas operações de restauro.
Serve também para fixar o estrato pictórico.
Esta operação realiza-se através da aplicação de folhas de papel (japonês) e adesivo. Normalmente cola de coelho preparada na proporção de 1:14 – 1 parte de cola para 14 partes de água desionizada; pode-se optar pela utilização de resinas sintéticas – Beva 371, Paraloid B72).
O facing secará mantendo a tela em tensão – o que contribui para a sua planificação.

Curso online |  Conservação de Pintura sobre Tela

 

 

 

Em azulejos

Trata-se da aplicação de uma fina camada de um material inerte (que não interaja com a superfície do bem a proteger) através da aplicação de um adesivo em baixas concentrações.
Este adesivo deve ser totalmente reversível e não provocar nenhuma alteração na superfície.
O faceamento deve ser realizado com a aplicação sobre a superfície de um material como o papel japonês, a gaze, ou outro, e o adesivo deve ser pincelado sobre este.
A aplicação desta proteção pode ser realizada sobre superfícies em ótimo estado de conservação e servindo só como proteção ou, pelo contrário, ser efetuado sobre superfícies em destacamento ou com bastantes fraturas

Curso Online | Conservação e Restauro de Azulejo

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Certificação da Formação

Certificado de Formação

Todos os cursos têm avaliação, realizada na própria plataforma onde consta a avaliação alcançada, o programa do curso, a duração e a identificação de entidade formadora certificada.

 

O que é uma entidade formadora certificada?

Somos uma entidade formadora certificada pela DGERT (Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social) - Certificado de entidade formadora nº 1800/2015. Isto significa:

 que os certificados de formação são válidos para todos os efeitos legais e de qualificação de competências

 que os certificados são válidos internacionalmente uma vez que respeitam as regras de certificação da União Europeia

 que são respeitados regras e princípios rigorosos em termos pedagógicos e organizativos.

 que são respeitados todos os regulamentos sob o ponto de vista legal, fiscal e ao nível de pagamentos.

 

Pode solicitar mais informações ou comprovação relativamente a qualquer dos aspetos acima mencionados pelo email geral@citaliarestauro.pt

Como é constituído um livro?

 

Para além das mensagens e das emoções que nos transmitem e das memórias que encerram, os livros têm uma existência física enquanto bens culturais que é necessário salvaguardar.
Os materiais que os constituem e as fragilidades que lhes são próprias conduzem à sua degradação se não forem adotados alguns procedimentos para a sua preservação.

Como é constituído um livro?

O papel
O papel, material que veio substituir gradualmente o pergaminho, surgiu na China no século II, embora só tenha chegado à Europa Cristã bastante mais tarde, já no século XIII.
Nos séculos XV e XVI a maioria dos livros já eram escritos em papel, um material muito mais barato que o seu antecessor.
O principal ingrediente do papel é a fibra de celulose, trabalhada em pasta. A esta pasta acrescentam-se aditivos diversos, que variam de acordo com o tipo de fabrico e finalidade do papel. E é exatamente a qualidade da matéria-prima e o processo de fabrico que vão influenciar largamente a conservação deste material.

A encadernação
A encadernação é um elemento fundamental para proteção do miolo do livro e manutenção da integridade do volume.
Quando se começou a utilizar o papel como suporte de escrita na Idade Média, o pergaminho era utilizado com frequência como material de encadernação: por ser mais resistente protegia o papel que constituía o corpo do livro. Utilizavam-se também capas de madeira e mais tarde generalizou-se o cartão, cujo exterior podia ser revestido.
No que diz respeito a materiais de revestimento, destacam-se as encadernações em couro e as encadernações revestidas a percalina (têxtil).
O couro é ainda hoje um material muito utilizado nas encadernações tradicionais. Geralmente é colado a placas de cartão para ganhar rigidez, formando as capas do livro.
A percalina (ou book cloth) é um tecido feito especificamente para encadernação. Trata-se de um tecido de algodão ou linho revestido com cola, o que lhe dá um aspeto ligeiramente brilhante. A percalina encontra-se normalmente colada a placas de cartão, possuindo nos cantos e por vezes nas lombadas reforços em couro.
Atualmente, a indústria papeleira moderna produz sobretudo encadernações em cartolina (paperback), muitas vezes plastificada, embora se continue também a recorrer ao cartão rígido revestido para encadernações mais robustas.

Iconografia e simbologia na análise de obras de arte

A análise iconográfica é uma ferramenta de grande importância para os profissionais da área de Conservação e Restauro, História, História de Arte e Museologia.

A imagem, por si só, é uma forma de comunicação por excelência. Desde o início do Tempo, que o homem usa signos e símbolos para comunicar uma mensagem específica, desde a mais simples à mais complexa, em momentos de perseguição ou de expansão.

É neste sentido que a cuidada descrição e interpretação dos objectos artísticos permite descortinar algo mais do que aquilo que se apresenta no imediato. Por exemplo, uma imagem de um jovem, com um lírio na mão, a aproximar-se de uma moça a rezar, deixa de ser apenas isso, para ser uma imagem da Anunciação, em que o Anjo Gabriel se apresenta a Maria,comunicando-lhe que está grávida da Salvador.

Os cursos online Análise de Obras de ArteIconografia dos SantosIconografia (Jesus e Maria) Mitologia greco-romana têm por objetivo proporcionar os métodos de análise e as ferramentas de consulta necessárias à leitura dos simbolos e representações iconográficas mais frequentes na história da arte ocidental.

 

Análise de Obras de arte

Conhecer os elementos formais indispensáveis para a leitura de uma obra de arte.
Saber interpretar e enqquadrar uma obra de arte.
Conhecer os elementos para a interpretação de uma obra sob o ponto de vista iconográfico.
Conhecer os elementos específicos de análise a aplicar em obras de pintura, escultura e arquitetura.
Programa detalhado

Mitologia greco-romana

Reconhecer os elementos mais relevantes e aprofundar a iconografia das mitologias clássicas.
Reconhecer divindades e personalidades relevantes no âmbito das religiões grega e romana e identificar os seus atributos.
Fazer corresponder as divindades gregas com a sua equivalente romana e vice-versa.
Identificar, descrever e compreender a simbologia das representações alegóricas.
Programa detalhado

 
 

Iconografia dos Santos
Conhecer os símbolos e atributos dos Santos, com exercícios práticos e materiais para utilização futura. 
Reconhecer e distinguir os conceitos de iconografia e iconologia.
Identificar e reconhecer personagens e cenários, utilizando a análise iconográfica.
Reconhecer e contextualizar personagens e episódios da hagiografia cristã.
Programa detalhado

Iconografia (Jesus e Maria)
Conhecer os episódios da vida de Jesus e Maria mais representados nas obras de arte, com exercícios práticos e materiais para utilização futura. 
Reconhecer e distinguir os conceitos de iconografia e iconologia.
Identificar e reconhecer personagens e cenários, utilizando a análise iconográfica. Identificar as fontes literárias e gráficas importantes para a leitura iconográfica.
Reconhecer e contextualizar personagens e episódios da vida de Jesus e Maria.
Programa detalhado

 
O QUE É UM AZULEJO?

O azulejo representa uma parte importante do nosso Património Histórico e Artístico. A sua presença é recorrente quer em grandes obras como Igrejas e Palácios como em casas particulares, ruas e detalhes decorativos. Reflete, ao longo do tempo, o trabalho de grandes artistas mas também aspetos da cultura e arte popular.

Mas, o que é um azulejo sob o ponto de vista material e como é executado?

Matérias-primas

Os azulejos são executados através da moldagem de uma pasta de argilas que podem ser mais ou menos puras.
A argila pode ser trabalhada facilmente e, após cozedura, a forma permanece e a peça torna-se resistente sob o ponto de vista térmico e mecânico.
A argila usada para a execução de azulejos pode ser branca ou vermelha. A argila branca é mais utilizada pois, uma vez que tem uma maior quantidade de calcário, torna-se mais resistente.
Sobre esta pasta de argilas o azulejo tem uma outra camada, mais fina, o vidrado, constituído por vidro em pó diluído em água.
O azulejo é assim formado por duas partes independentes:

Chacota -  constitui a parte porosa do azulejo, ao qual dá a forma e dimensões

Vidrado - camada muito mais fina,  película que cobre toda a superfície da peça, constituída por um esmalte especial que ao vitrificar-se confere-lhe as suas principais qualidades: impermeabilidade, resistência ao desgaste e decoração.

O processo de vidragem
 a)  Processo da tigela, o azulejo é segurado na vertical com uma mão à medida que, com a outra, se vai entornando a tigela, banhando uma das faces da chacota uniformemente.
b) O processo da pá, ligeiramente mais avançado, segue princípios semelhantes ao da tigela: enche-se a pá com o vidrado e à medida que o deixamos cair, entortamos a pá, num movimento que acompanha a superfície do azulejo.
c) Processo do pincel, para tal, é necessário cobrir a chacota quatro vezes através de pequenas pinceladas de vidrado. Cada demão é dada segundo uma direção diferente (vertical, horizontal a duas diagonais). Se o objetivo é a obtenção de um azulejo com a cor do vidrado (branca), este pode ser colocado imediatamente no forno. A chacota com vidrado, ao contrário da chacota antes de ser cozida, pode ir molhada para o forno, pois não apresenta possibilidades de partir.

Pintura dos azulejos
A pintura com vidros ou esmaltes não requer vidrado, enquanto a pintura com pigmentos ou corantes pode ser dada antes ou depois do vidrado. Se for pintado antes do vidrado, este terá de ser transparente. Se for pintado depois, este já poderá ser mate.
Basicamente, a diferença entre as tintas feitas com pigmentos e as com corantes, em termos de resultados, é a intensidade da cor: os corantes proporcionam cores mais vivas que os pigmentos.

 

Conheça isto e muito mais no curso Conservação e Restauro de Azulejo

CONSERVAÇÃO DE FOTOGRAFIAS

O Homem tem produzido imagens desde o tempo das cavernas pintadas aos nossos dias. Com a invenção da Fotografia, permitiu-se a criação de imagens mais realistas e objetivas, e em frações de segundos. 
Usada como meio de expressão e comunicação pessoal e social de diversas naturezas, a Fotografia tem oscilado entre passatempo e profissão. Independentemente do contexto da sua produção, ela toca as nossas vidas nas suas variadas formas, promovendo emoções e sensações e registando momentos históricos e sociais únicos. 

O que é uma fotografia?
A palavra fotografia tem origem grega, significando «desenhar com luz» («photos»: luz; «graphein»: desenhar).
Como o nome indica, a fotografia é um processo técnico pelo qual se fixa, por meio da luz (geralmente solar), ou outra forma de energia radiante (como é o caso dos raios-X), uma imagem a um determinado suporte.
Para a fixação dessa imagem, pode-se usar uma emulsão fotossensível (como a albumina) e materiais de registo (como os sais de prata).
Expondo a superfície sensibilizada com a emulsão fotossensível e respectiva matéria de registo à luz, regista-se sobre ela uma imagem.

Espécies fotográficas
Sob um ponto de vista genérico, podemos designar as fotografias por espécies fotográficas, o que corresponde a qualquer objecto de uma colecção que contenha uma imagem produzida por meios fotográficos ou fotomecânicos, como prova, diapositivo, negativo, etc. Este termo refere-se a um objecto físico, como uma folha de papel, ou outro suporte que tenha nela uma imagem contida e não apenas à imagem em si.
 
Composição de uma fotografia
Distinguimos na fotografia os seguintes elementos:
- o suporte: a estrutura que dá consistência ao objecto fotográficos, como vidro, papel, plástico, etc.;
- o meio ligante: o material transparente (gelatina, albumina ou colódio) que serve para aglutinar e fixar os elementos formadores da imagem ao suporte. Pode existir ou não;
- a matéria de registo: o que forma a imagem, dá os claros-escuros e as cores que compõem a imagem, podendo ser prata, corante, pigmento, platina ou sais de ferro. 

A estes elementos, podem ainda acrescentar-se:
suportes secundários: como papel, cartolina ou cartão e que servem para reforçar o suporte primário;
camadas acessórias ou protectoras: para branquear, isolar ou mesmo moldar a superfície da prova (barita, dióxido de titânio, gelatina ou polietileno);
corantes ou pigmentos (por exemplo, algumas albuminas são coloridas à mão).

Devido à diversidade e complexidade da sua estrutura, assim como à sua composição química, a fotografia torna-se instável e sensível a diversos factores ambientais, devendo proceder-se a um acondicionamento e conservação cuidados.

 

Curso online Conservação Preventiva de Fotografias

 

Ícone, Iconografia e Iconologia

A utilização de sistemas simbólicos está naturalmente patente no dia-a-dia da Humanidade, desde muito cedo.

Signos, símbolos e ícones de toda a espécie têm servido como uma das mais eficazes formas de comunicação. Senão, vejamos exemplos do nosso quotidiano, como sinais de trânsito, sistemas de cores para divisão de tarefas, alegorias, como a Justiça, para definir o edifício do Tribunal.

 

ícone

Tal como o símbolo, o ícone é, no fundo, aquilo que representa ou sugere algo, ou seja, é aquilo que usamos ou convencionamos para transmitir a nossa mensagem específica, dentro daquilo que seja corrente no sistema de ideias em que nos inserimos.

O ícone vai, portanto, substituir a mensagem escrita, transmitindo-a eficazmente através de uma representação pictórica.


Iconografia v. Iconologia

O método de Panofsky

Em 1939, Erwin Panofsky apresenta o seu método iconológico de análise da obra de arte. Para ele, a análise não poderia depender apenas das fontes literárias, até porque, nem sempre são existentes. Passa a investigar, assim, o modo como, de acordo com as diferentes condições históricas a que está sujeito, o artista escolhe o tema, objecto ou facto. Passa a estudar o significado.
Assim sendo, Panofsky identifica três níveis de compreensão:
 
nível primário corresponde a um nível básico de entendimento, ou seja, a percepção natural da obra.
Neste primeiro nível, não usamos conhecimentos nem domínios culturais aprofundados para perceber a mensagem.
segundo nível de compreensão requer já um certo conhecimento iconográfico, na medida em que aqui começa a interpretação da mensagem e do seu significado.
No terceiro e último nível de interpretação, o observador não apenas recebe e interpreta a mensagem contida naquela representação, como procura interpretá-la sob o ponto de vista histórico, social e cultural, procurando interrelações que ampliem o seu significado.

ANÁLISE DE OBRAS DE ARTE

Análise Formal

Podemos analisar uma obra segundo um ponto de vista formal (ou estético) que analisa toda a sintaxe visual (composição), com contexto histórico, temática, organização de elementos – o que envolve uma pesquisa mais abrangente.
 
Como uma leitura pode ser muito dependente das sensações que provoca em cada um de nós, encontram-se estabelecidos alguns elementos-base para a leitura de uma obra de arte. Assim, há que ter em conta estes critérios comuns: época,técnicatema e recursos utilizados pelo artista.
Devemos ter presente que, partindo de uma análise visual há que passar a uma análise baseada em informação histórica para que o processo de compreensão da pintura seja completo. Por outras palavras, a análise formal levar-nos-á sempre a buscar a análise histórica e vice-versa, havendo uma reciprocidade na informação e um inter-relacionamento constante. 

Análise de conteúdos: iconografia e simbolismo

Quando identificamos uma temática e, para que a sua descrição seja o mais correcta e detalhada possível, recorremos a fontes literárias e historiográficas que explicam a representação que se nos depara, elucidando o contexto histórico, cultural, social ou religioso.
Esta pesquisa poderá ter de ser mais ou menos aturada, dependendo na complexidade ou mesmo na raridade da representação. Algumas personagens ou cenas serão mais facilmente caracterizáveis que outras. 
Temos ainda que considerar que em contexto artístico, a utilização de um ou vários símbolos (que poderão ser mais, ou menos, ambíguos) serve o propósito da comunicação de determinada mensagem. Faz parte da análise a interpretação ou descodificação da mesma.

SAIBA MAIS:

CURSO ANÁLISE DE OBRAS DE ARTE

CONSERVAÇÃO PREVENTIVA DE TÊXTEIS

Os materiais têxteis, pela sua natureza e caraterísticas, têm particularidades, requerendo ações conservativas específicas para a sua conservação.

Conheça as principais caraterísticas dos materiais têxteis, as particularidades dos seus diversos tipos, os fatores de degradação e formas de controlo, bem como métodos para o correto manuseamento e acondicionamento.

Este curso sistematiza os métodos e procedimentos a adotar em conservação preventiva de materiais têxteis.

 

PREÇO – Euros - 30€   |   Reais - 125R$ (este valor pode variar ligeiramente de acordo com as flutuações de câmbio)

Cursos Online | Certificados

Certificados de Formação

Saiba o que consta nos certificados de formação e o que significa "Entidade Formadora Certificada"

História Oral - O que é?

A História Oral permite-nos uma imagem mais clara do Passado, podendo preencher lacunas deixadas pelos registos documentais, e não deixando esquecer as histórias não contadas nesses mesmo registos. Ajuda-nos a compreender como os indivíduos em si experienciaram a História e os seus eventos e ensina-nos o que mudou e o que permaneceu ao longo dos anos. 

Saiba como realizar um projeto de História Oral.

 


Dia Mundial do Livro - 23 de Abril

Este curso destina-se a todos aqueles que tenham à sua guarda livros e documentos gráficos (arquivos, bibliotecas, livreiros, colecionadores) ou para todos aqueles que pretendam preservar de forma adequada os seus livros e documentos.


Curso Online | Conservação de Cerâmicas | Porcelanas

Conservação de Cerâmicas | Porcelanas

 

Para a preservação destas peças é necessário conhecer os seus processos de degradação e como evitá-los e as metodologias mais adequadas quando é necessário intervir.

Este curso sistematiza os métodos e procedimentos de intervenção, exemplificados com   estudos de caso e as boas práticas para a preservação das obras.


Pintura Mural | Afresco

Pintura afresco

Este curso destina-se a todos aqueles que pretendem conhecer as técnicas de pintura mural a fresco por razões profissionais, mas também para todos aqueles que, por curiosidade ou busca de novos conhecimentos, queiram conhecer esta técnica artística tradicional.

Mitologia Grega e Romana

Curso Online Mitologia Grega e Romana

Os símbolos, heróis e representações da mitologia grega e romana estão amplamente representados nas obras de arte ao longo dos séculos. Podemos identificá-los atualmente em logótipos, publicidade e obras artísticas.

Este curso é adequado a públicos de várias naturezas, desde profissionais das áreas de História, História da Arte, Belas-Artes e Conservação e Restauro que procurem materiais de apoio ao estudo deste tema, àqueles mais curiosos que pretendam conhecer um pouco sobre a mitologia greco-romana.

Conservação de Fotografias
No final deste curso vai saber:

◌ Identificar e reconhecer a estrutura de uma fotografia (nas diferentes espécies).

◌ Identificar e reconhecer as espécies fotográficas mais comummente encontradas.

◌ Reconhecer os principais fatores de deterioração comuns da fotografia.

◌ Aplicar um programa de controlo de ambiente e pragas, reconhecendo as práticas de manuseamento e sistemas de acondicionamento mais adequados para cada espécie fotográfica.

◌ Elaborar e manter um programa de preservação de acervo fotográfico, adequado às espécies fotográficas a preservar. 


HISTÓRIA ORAL

A História Oral permite-nos uma imagem mais clara do Passado, podendo preencher lacunas deixadas pelos registos documentais, e não deixando esquecer as histórias não contadas nesses mesmo registos. Ajuda-nos a compreender como os indivíduos em si experienciaram a História e os seus eventos e ensina-nos o que mudou e o que permaneceu ao longo dos anos. 

Considera-se este curso adequado a públicos de várias naturezas, principalmente profissionais das áreas de História e Património, que pretendam conhecer melhor o tema ou que procurem materiais de apoio ao estudo do mesmo. Está também aberto a estudantes de vários graus de ensino ou curiosos que pretendam descobrir e até desenvolver projetos pessoais dentro desta área. 

INSCRIÇÕES

CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE AZULEJO

O património azulejar assume uma enorme importância devido não só há sua longa utilização que se mantém até aos dias de hoje com trabalhos de artistas contemporâneos de grande relevo mas também pelo seu papel  tanto decorativo como de renovação do gosto e de adaptação às circunstâncias e condicionalismos económicos e sociais.

Este curso irá sistematizar os métodos e processos de intervenção mais utilizados em conservação e restauro de azulejos sem nunca esquecer os principios éticos de intervenção.

Dirige-se a profissionais da conservação e restauro mas também a todos os que tem à sua guarda elementos de património azulejar e todos os interessados pelo tema.

INSCRIÇÕES

 

 

Já pensou oferecer um curso neste Natal?

Como funciona


1. Selecione o curso

2. Preencha o formulário de inscrição com os seus dados

3. No campo "Este curso é para oferta" selecione sim e indique o nome e email da pessoa a quem vai ser oferecido

4. Após pagamento recebe por email um voucher de oferta com os códigos de acesso ao curso e respetivo guia

5. O curso pode ser iniciado no prazo de 4 meses

Se tiver alguma questão contacte: geral@citaliarestauro.pt. Nós tratamos da sua oferta.

 

EXEMPLOS DE VOUCHERS DE OFERTA:

 

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CONSERVAÇÃO PREVENTIVA

CONSERVAÇÃO PREVENTIVA   

Conhecer os fatores de risco sabendo que os danos que estes podem causar estão dependentes da materialidade dos objetos, avaliar as suas potencias ocorrências e adotar as medidas, quantas vezes simples e económicas, para os evitar. 

A realização de registo e monitorização pode evitar danos para as obras de arte eventualmente irreversíveis ou operações de restauro financeiramente avultadas.

 

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES NO CURSO

 

ICONOGRAFIA DOS SANTOS. CURSO ONLINE

ICONOGRAFIA  (Iconografia dos Santos)

Temos frequentemente a tendência de associar a ideia de Iconografia e particularmente de iconografia religiosa à análise de obras de arte do período medieval até ao barroco. No entanto, os métodos de análise iconográfica e a identificação de símbolos e atributos aplicam-se igualmente à arte contemporânea.

Abaixo, duas imagens da Igreja de São Francisco na Lagoa da Pampulha -Brasil ( um protejo do arquiteto Oscar Niemayer) Azulejos da autoria de Cândido Portinari.

 

Para informação e inscrição no curso

 

   

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TURISMO CULTURAL | CURSOS ONLINE

TURISMO CULTURAL. CURSOS ONLINE

O Património histórico e artístico pode constituir um importante recurso económico e um fator de sustentabilidade e desenvolvimento local e regional.

A sua valorização passa por ações e políticas que o valorizem enquanto recurso de Turismo Cultural. Para tal importa conhecer os métodos, técnicas e boas práticas nesta área.

Neste sentido criámos dois cursos que visam a aplicação destes métodos.

UM ROTEIRO DO BARROCO

TÉCNICAS PARA A INTERPRETAÇÃO DO PATRIMÓNIO

 

 

 

 

 

 

Iconografia. Ferramenta de trabalho na análise de obras de arte

ICONOGRAFIA

A imagem, por si só, é uma forma de comunicação por excelência. Desde o início do Tempo, que o homem usa signos e símbolos para comunicar uma mensagem específica, desde a mais simples à mais complexas, em momentos de perseguição ou de expansão.

No nosso quotidiano atual, podemos colher diversos exemplos:

Um semáforo vermelho significa «Parar»; vemos uma garrafa com um quadrado ou um triângulo amarelo e preto, com o desenho de uma chama ao centro e sabemos que o conteúdo da dita garrafa é inflamável; um triângulo cruzado na etiqueta de uma peça de roupa diz-nos para não usar lixívia.

É neste sentido que, em âmbito da História da Arte e Arqueologia, a cuidada descrição e interpretação dos objectos artísticos permite descortinar algo mais do que aquilo que se apresenta no imediato. Por exemplo, uma imagem de um jovem, com um lírio na mão, a aproximar-se de uma moça a rezar, deixa de ser apenas isso, para ser uma imagem da Anunciação, em que o Anjo Gabriel se apresenta a Maria,comunicando-lhe que está grávida da Salvador. 

 

CURSO ONLINE - DA ARQUITETURA ROMÂNICA AO MANUELINO

TESOUROS ARQUITETÓNICOS I IDA ARQUITETURA ROMÂNICA AO MANUELINO

tesouros 2

 

Este curso pretende focar o estudo nos melhores exemplares arquitetónicos e turísticos, dentro dos estilos abordados.

Por ordem cronológica, o curso inicia com a explicação histórica, artística e cultural do estilo base de construção, seguida da análise do monumento, da sua história e arquiteto, de modo a que o participante obtenha um conhecimento bastante global dos conteúdos necessários para a compreensão de toda a envolvência do edifício arquitetónico.

 

DETALHES SOBRE O CURSO

DA ARQUITETURA ROMÂNICA AO MANUELINO

TESOUROS ARQUITETÓNICOS I I - Arquitetura Românica, gótica, renascentista até ao manuelino

No final deste curso, os participantes ficarão a conhecer, e reconhecer, estilos arquitetónicos, assim como a história, a cultura e a arte dos melhores exemplares a nível da arquitetura e do turismo no mundo. 

   
 

 

CONHECER O CURSO EM DETALHE

MITOLOGIA GRECO-ROMANA. Mitos e Iconografia

O curso é adequado a públicos de várias naturezas, desde profissionais das áreas de História, História da Arte, Belas-Artes e Conservação e Restauro que procurem materiais de apoio ao estudo deste tema, àqueles mais curiosos que pretendam conhecer um pouco sobre a mitologia greco-romana.

CONHECER O CURSO EM DETALHE

 

A ARTE BARROCA

Borromini (1599-1667) foi um dos maiores vultos da arquitetura barroca italiana, sendo autor de algumas das construções mais fabulosas deste período.

Rival de Bernini, Borromini revelou nos seus edifícios o seu espírito atormentado e criativo. As plantas e paredes que desenhou são de grande complexidade. Além disso, o seu génio inventivo fá-lo desconstruir pormenores como capitéis com as volutas invertidas.

san carlo

Igreja de San Carlo alle Quattro Fontane- Roma

No entanto pôs fim à sua vida “por achar que nunca chegaria a alcançar os valores espirituais que queria expressar através da arquitetura”.

Conheça este e outros detalhes da arte barroca no curso online:

UM ROTEIRO BARROCO. VIAJAR PELO BARROCO COM D. PEDRO


 

 

TESOUROS ARQUITETÓNICOS I - da antiguidade egípcia à arquitetura bizantina

partenon

 

Os construtores do Parténon recorreram a uma técnica arquitetónica que cria o efeito visual pretendido: a êntase.

Saiba mais no nosso curso online 

Tesouros Arquitetónicos I. Da antiguidade egípcia à arquitetura bizantina

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19 de Agosto . Dia mundial da Fotografia

Este é apenas um dos temas abordados no curso online.

Conservação Preventiva de Fototografias

UM ROTEIRO BARROCO. Viajar pelo barroco com D. Pedro.

UM ROTEIRO BARROCO

Novo Curso Online

INFORMAÇÃO DETALHADA E INSCRIÇÃO

 

 

TESOUROS ARQUITETÓNICOS I - da antiguidade egípcia à arquitetura bizantina

No final deste curso, os participantes ficarão a conhecer, e reconhecer, estilos arquitetónicos, assim como a história, a cultura e a arte dos melhores exemplares a nível da arquitetura e do turismo no mundo. 

É o primeiro de um ciclo de cursos dedicados ao conhecimento dos diferentes estilos arquitetónicos através da análise detalhada de alguns dos seus expoentes a nível mundial.

Uma viagem emocionante através dos monuentos mais emblemáticos a nível mundial.

 

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DIA INTERNACIONAL DOS ARQUIVOS

PAPEL MARMOREADO

Cor, movimento, criatividade e experimentação: Esta é a sua oportunidade de aprender uma arte antiga repleta de segredos, onde serão desvendadas as técnicas para reproduzir alguns padrões clássicos e modernos, tão apreciados.

Entre nesta experiência e venha divertir-se elaborando, passo a passo, os seus próprios papéis marmoreados!

TODO O CURSO É ACOMPANHADO DE VÍDEOS EXPLICATIVOS.

 

Carregue na imagem para ver vídeo de apresentação

 

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LIMPEZA POLICROMIAS

Neste argumentário técnico cedido por empresa fornecedora de produtos de conservação e restauro, conheça algumas alternativas à utlização de solventes tradicionais na limpeza de policromias.

A redução de riscos para as obras e para os técnicos e o controle das operações limpeza, irreversiveis por natureza, é um dos aspetos hoje em debate na área da conservação e restauro.

 

Carregue para ver o documento.

 

ARGUMENTÁRIO TÉCNICO

CONSERVAÇÃO E RESTAURO - CURSOS ON-LINE

CURSOS ON-LINE - CONSERVAÇÃO e RESTAURO

 

Conheça os prinicipios éticos de intervenção, as patologias mais frequentes, a composição dos materiais de suporte e decoração e as técnicas e processos de intervenção de conservação e restauro em:

 

 

Carregue na imagem para ver vídeo de apresentação

 

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CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE LIVROS

OFICINA ESPECIALIZADA EM CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE LIVROS.

 


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livro

CONSERVAÇÃO DE CERÂMICA ARQUEOLÓGICA

A cerâmica arqueológica abarca casos, materiais e tipologias de peças muito variados e diferenciados, pelo que teremos sempre de ter em consideração que cada peça ou conjunto de peças terá de ser analisado per si de forma rigorosa.

Existem, no entanto, alguns procedimentos e métodos para a sua preservação, conservação e restauro que deverão ser cumpridos.

 

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CONSERVAÇÃO DE CERÂMICA / PORCELANA

Novo curso on-line: Conservação de Cerâmica / Porcelana.

Como preservar peças cerâmicas e porcelanas conhecendo as suas caraterísticas, principais problemas e formas de intervenção.

CARREGUE NA IMAGEM PARA VER VÍDEO 

ceramica

 

Para informações detalhadas e inscrições carregue na seguinte ligação 

 

CURSO CONSERVAÇÃO DE PEÇAS CERÂMICAS

ICONOGRAFIA (Jesus e Maria)
natividade                     marai

 

 

Abordando de forma sintética a iconografia cristológica e mariana em recursos de estudo variados, este curso pretende facultar o formando de ferramentas essenciais para reconhecer as principais representações e atributos de Jesus Cristo e da Virgem Maria.
 
SAIBA MAIS SOBRE ESTE CURSO

CONSERVAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS

O Centro Luso Italiano de Conservação e Restauro criou uma nova oficina especializada na Conservação e Restauro de Livros e Documentos Gráficos. 

Com equipamentos e materiais avançados e técnicos superiores de conservação e restauro especialistas na área de documentos gráficos e livros.

No parque Industrial de Vendas Novas

Contactos pelo + 351 265807763 ou geral@citaliarestauro.pt

 

ALGUNS TRABALHOS REALIZADOS (Carregue no nome para ver vídeos)

 

 

 

 


OFICINA ESPECIALIZADA EM CONSERVAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS

 

O Centro Luso Italiano de Conservação e Restauro criou uma nova oficina especializada na Conservação e Restauro de Livros e Documentos Gráficos. 

Com equipamentos e materiais avançados e técnicos superiores de conservação e restauro especialistas na área de documentos gráficos e livros.

No parque Industrial de Vendas Novas

Contactos pelo + 351 265807763 ou geral@citaliarestauro.pt

 

 

 

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ICONOGRAFIA I (Iconografia dos Santos)

OBJETIVOS

No final deste curso os participantes estarão aptos a aplicar  métodos de análise iconográfica e a conhecer os símbolos e atributos dos Santos, com exercícios práticos e materiais para utilização futura. 

 

 DESTINATÁRIOS

Este curso destina-se a profissionais que se dediquem a atividades relacionadas com a História e História de Arte, Museografia, Conservação e Restauro e ainda a todos os interessados pelo tema.

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ENTIDADE FORMADORA CERTIFICADA

Divulgamos o novo logótipo que atesta o Centro Luso Italiano de Conservação e Restauro como entidade formadora certificada.

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WORKSHOP TEXTEIS

 

WORKSHOP MATERIAIS TEXTEIS
Em parceria com o Museu de Lamego dia 26 de Setembro 2014
Mais informações em

 

Objetivo principal: Dotar os participantes de conhecimentos para  identificação e análise das características dos materiais têxteis; fornecer competências para um bom desempenho na conservação de peças têxteis.

 

Conteúdos programáticos:

  1. Introdução aos Materiais Têxteis
  2. Tipos de Materiais Têxteis

2.1   Fibras Têxteis

2.1.1          Classificação das fibras têxteis

2.1.2          Características físicas e químicas das principais fibras – métodos de identificação

2.2   Fios Têxteis

2.2.1 Tipos de fios

2.3   Tecidos/Malhas

2.3.1          Distinção entre as duas estruturas, características

  1. Características das fibras que vão determinar os comportamentos das peças têxteis
  2. Cuidados na conservação e armazenamento de peças têxteis
  3. Projeto:

5.1   Visita ao museu para análise das peças expostas e identificação de materiais – elaboração de relatório

5.2   Análise de resultados

CADERNOS DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO

 

São cursos on- line de curta duração que sistematizam métodos e conceitos relacionados com um determinado material ou tema.

As matérias são apresentadas de forma sistemática e são acompanhadas de estudo de um caso concreto de aplicação.

Os cursos são acompanhados por um tutor com formação superior em conservação e restauro.

 

 

 

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PINTURA SOBRE TELA

 

A pintura sobre tela representa uma parte importante do nosso património histórico e artístico encontrando-se obras desta natureza em Museus e Instituições, Coleções particulares e de empresas, etc. Para a preservação destas obras é necessário conhecer os seus processos de degradação e como evitá-los e as metodologias mais adequadas quando é necessário intervir.


Este curso sistematiza os métodos e procedimentos de intervenção de conservação e restauro, exemplificados com  estudos de caso e as boas práticas para a preservação das obras.


Utiliza-se um método ativo, ilustrado com imagens e vídeos. Para os que pretenderem aprofundar os temas abordados são dadas indicações e documentação de estudo complementar.

TALHA DOURADA

É já no próximo sábado o workshop de talha dourada a realizar em parceria com o Museu de Lamego.

 

Mais informações e inscrições através da seguinte ligação

 

http://www.museudelamego.pt/?p=3595

WORKSHOPS MUSEU DE LAMEGO

 

Proporcionar aos participantes a perceção de técnicas e materiais utilizados na execução de obras de arte e a experiência sensorial e criativa que daí advém é o principal objetivo dos quatro workshops que o Museu de Lamego organiza a partir de maio e até setembro. Numa iniciativa conjunta do Museu e do Centro Luso Italiano de Conservação e Restauro, os dois primeiros workshops estão agendados para o mês de maio e vão centrar-se no azulejo (10 de maio) e na talha dourada (24 de maio).

 

VER MAIS EM

http://www.museudelamego.pt/?p=3595

 

azulejo talha
 fresco  exteis
CADERNOS DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO

São cursos on- line de curta duração que sistematizam métodos e conceitos relacionados com um determinado material ou tema.

As matérias são apresentadas de forma sistemática e são acompanhadas de estudo de um caso concreto de aplicação.

Os cursos são acompanhados por um tutor com formação superior em conservação e restauro.

Conheça o nosso primeiro curso desta área

 

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ESCULTURA EM MADEIRA POLICROMADA

 

A escultura em madeira  abarca casos, materiais e tipologias de peças muito variados e diferenciados, pelo que teremos sempre de ter em consideração que cada peça ou conjunto de peças terá de ser analisado per si de forma rigorosa.


Existem, no entanto, alguns procedimentos e métodos para a sua preservação, conservação e restauro que deverão ser cumpridos.


Neste curso são sistematizados estes métodos e procedimentos, exemplificados com  um estudo de caso.  São ainda apresentados conceitos relativos à conservação e restauro e os seus princípios éticos fundamentais.

CADERNOS DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO

São cursos on- line de curta duração que sistematizam métodos e conceitos relacionados com um determinado material ou tema.

As matérias são apresentadas de forma sistemática e são acompanhadas de estudo de um caso concreto de aplicação.

Os cursos são acompanhados por um tutor com formação superior em conservação e restauro.

Conheça o nosso primeiro curso desta área

 

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CERÂMICA ARQUEOLÓGICA

 

A cerâmica arqueológica abarca casos, materiais e tipologias de peças muito variados e diferenciados, pelo que teremos sempre de ter em consideração que cada peça ou conjunto de peças terá de ser analisado per si de forma rigorosa.


Existem, no entanto, alguns procedimentos e métodos para a sua preservação, conservação e restauro que deverão ser cumpridos.


Neste curso são sistematizados estes métodos e procedimentos, exemplificados com  um estudo de caso.  São ainda apresentados conceitos relativos à conservação e restauro e os seus princípios éticos fundamentais.



PINTURA A FRESCO

NOVO CURSO ON-LINE

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Quantas vezes nos deslumbramos perante um Fresco: desde os grandes “afrescos” do Renascimento Italiano até às pinturas a fresco até há pouco tempo “escondidas” por outros elementos decorativos, existentes em tantos edifícios religiosos ou particulares no nosso país.


Os cursos da área de técnicas artísticas tradicionais pretendem dar a conhecer a forma como foram realmente executadas estas obras; que produtos, materiais, técnicas, “receitas”, utilizaram os mestres da época, quais as fases e tempos destas artes. Mais ainda, será que podemos recuperar estas técnicas? E aplicá-las na nossa produção artística contemporânea?


O objetivo deste curso é sistematizar as técnicas tradicionais da pintura mural a fresco nas suas diferentes fases de execução e habilitar os participantes a iniciarem as suas primeiras experiências com esta técnica.

PATRIMÓNIO - RECURSO TURISTICO

O Património histórico é um importante recurso turístico desde que sejam desenvolvidas as adequadas técnicas de interpretação, tornando-o visível e dando-o a conhecer. 

No final deste curso todos serão capazes de atribuir valor, dar a conhecer um determinado património, utilizando a técnica mais apropriada e transformá-lo assim num recurso turístico ao serviço do turismo cultural.

 

Saiba mais

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PINTURA MURAL

O Centro Luso Italiano de Conservação e Restauro realizou recentemente a obra de Conservação e Restauro de Pintura Mural no Convento das Bernardas em Lisboa.

 

Veja Portfolio

Breves

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